

Vítor Matos e Sá é o pseudónimo de Vítor Raul da Costa Matos. Nasceu em Maputo, antiga cidade de Lourenço Marques, em 1926, e faleceu em Espanha em 1975 vitimado por um acidente de viação. Licenciou-se e doutorou-se em filosofia pela Universidade de Coimbra tendo sido director do Instituto Filosófico da mesma universidade. Entre 1964 e 1970 fez vários estágios em Inglaterra. Colaborou. como poeta, na Távola Redonda. na Árvore. nos Cadernos do Meio-Dia. entre outras obras.
Para a Construção da Alma
Regressemos às flores:
Cada rosa é uma hora perdida da infância.
E temos grandes viagens interrompidas
(em cada rosa beijaremos a boca das manhãs)
E somos um dos lugares intermináveis da noite
(cada rosa é um coração do silêncio)
E adeus. Nos encontraremos, só, em nossa ausência,
como as rosas se encontram na noite.
Poema: Vitor Matos e Sá (1926-1975)
1 comentário:
Muito obrigado por toda a sua dedicação, pelo seu trabalho.
Atraves dele, posso adquirir novos
conhecimentos.Bom Fim de Semana.
Beijos
Madalena
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