"If the doors of perception were cleansed every thing would appear to man as it is, infinite. For man has closed himself up, till he sees all things thru' narrow chinks of his cavern." -- William Blake ( «The Marriage of Heaven and Hell» )
«Devo ser mais sage! Devo ser pura sageza, como a minha serpente. Peço, porém o impossível; pedirei, pois, que a minha Altivez caminhe sempre a par da minha Prudência. E se um dia a minha Prudência me abandonar - ai!, agrada-lhe tanto fugir! - possa então a mi- nha Altivez voar com a minha Loucura!» Assim começou o declínio de Zaratustra.
Eu, Rosie, eu se falasse, eu dir-te-ia Que partout, everywhere, em toda a parte, A vida égale, idêntica, the same, É sempre um esforço inútil, Um voo cego a nada. Mas dancemos; dancemos Já que temos A valsa começada E o Nada Deve acabar-se também, Como todas as coisas. Tu pensas Nas vantagens imensas Dum par Que paga sem falar; Eu, nauseado e grogue, Eu penso, vê lá bem, Em Arles e na orelha de Van Gogh... E assim entre o que eu penso e o que tu sentes A ponte que nos une - é estar ausentes.